Duas mulheres nuas e oleosas lutam num tatame azul de estúdio, se esfregam e se dedam até um cinta-liga entrar de vez.
Elas começam nuas e encharcadas de óleo num tatame azul, travam os braços, se dobram e rolam de golpe em golpe. As mãos escorregam entre as coxas, os peitos se apertam e o ritmo fica brincalhão. Uma coloca um arreio preto, pega a outra por trás e depois de costas com a perna bem alta, e fecha flexionando em cima dela.
A luz do estúdio deixa cada curva oleosa brilhando. O cabelo molhado gruda nos ombros, as unhas vermelhas arrastam na pele e janelas altas cortam as paredes brancas. O tesão é esse contato escorregadio sem parar, a luta rindo e o cinta no fundo.